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FELIZ ANO NOVO DE OPORTUNIDADES

Todos precisamos de um novo ano! E recebemos do Eterno Criador este presente. Você está pronto para esta oportunidade? Tenho certeza de que pessoas ricas que faleceram neste ano pagariam bilhões para terem mais um ano de vida, mesmo que fossem pobres. A vida é uma benção do céu na terra! Mas, você só aproveitará esta oportunidade com novas atitudes e boas escolhas. Um novo ano não se constrói com previsões do futuro, mas com sábias decisões no presente.
Neste novo ano, esteja bem com Deus, consigo mesmo e com o próximo. Tenha atitudes saudáveis e amizades confiáveis. Cuide, em especial, de duas questões vitais: suas emoções e seus relacionamentos. Viva com paz interior, bem resolvido consigo mesmo e com saúde em seus relacionamentos. Eles são chaves para todos nós. Neles, ou você será fortalecido e empoderado, ou será empobrecido e enfraquecido. Escolha andar perto de pessoas que te fazem ser maiores a cada dia.
O velho ano de 2017 já faz parte do passado, bem ou mal, ele já acabou. Se alguma pessoa o prejudicou, não guarde mágoa, pois isso é como tomar veneno e esperar que os outros morram. É fundamental perdoar os que lhe feriram. Se você não voar mais alto e perdoar, quem acaba morrendo, antes de falecer, é você. Seja agradecido pela experiência vivida e, a partir de agora, construa para o futuro. A melhor definição de amor é tempo, e o melhor tempo é o agora.
Na vida tudo é uma questão de atitude. Decida eliminar o que foi negativo e inicie o novo ciclo de forma positiva. Olhe e viva verdadeiramente para frente. Se receber uma nova tarefa, saia da mentalidade de escassez. Não culpe os outros, mas assuma suas responsabilidades. Seja grato pelo seu momento e faça o seu melhor. Revolucione a partir da sua realidade e dos seus valores.
Como escreveu o rei Salomão: “Acima de tudo, guarde o seu coração, pois dele depende toda a sua vida. Afaste da sua boca as palavras perversas; fique longe dos seus lábios a maldade. Olhe sempre para a frente, mantenha o olhar fixo no que está adiante de você. Veja bem por onde anda, e os seus passos serão seguros. Não se desvie nem para a direita nem para a esquerda; afaste os seus pés da maldade.” (Bíblia – Provérbios 4:23-27).
Valorize seu momento, sirva com alegria as pessoas da sua vida, mantenha seu coração grato, livre-se de más companhias, inspire-se em pessoas que pensam e vivem para a grandeza. Em seus negócios, tenha visão de águia e em seus relacionamentos, tenha coração de ovelha.

Viva para além de si mesmo. Feliz Ano Novo, com novas atitudes!

Carlito Paes
Pastor Líder da Igreja da Cidade em São José dos Campos e Rede de Igrejas da Cidade.

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TEMPO DE NATAL

A antiga canção de John Lenon relembra: “Chegou o Natal, a festa cristã, do velho e do novo!”. Celebramos o dia em que Deus nasceu no mundo em forma de uma criança, trazendo paz, luz, amor, esperança, uma nova aliança e vida para humanidade. O Filho de Deus, Jesus de Nazaré, nasceu em Belém, como uma criança humilde e marginalizada, e encontrou todos neste mundo, oferecendo-lhes a reconciliação com Deus. Herdamos muitas tradições em torno deste acontecimento. Mas o fato é que existe vida e esperança, porque existe Natal.

Sobre o nascimento de Jesus, sabemos pouco. Ele nasceu antes da morte de Herodes Magno (Mt 2.1; Lc 1.5), falecido na primavera de 750 da era romana, ou seja, no ano 4 a.C. Conforme estudos, o ano mais provável do nascimento de Jesus é 7 ou 6 antes da era cristã. Não foi na época do inverno (Lc 2:8). pois segundo a referência, o rebanho de ovelhas dormia ao relento, o que não ocorria durante os dias frios. As primeiras comunidades cristãs não comemoravam o nascimento de Jesus. Somente a partir do ano 350 o Natal começou a ser comemorado no dia 25 de dezembro. Em torno da escolha desta data há uma longa história.

Os celtas, por exemplo, tinham o Solstício do Inverno como um momento muito importante. O rigoroso inverno chegaria e não sabiam se terminariam a estação vivos. Por isso faziam um grande banquete de despedida do Sol no dia 25 de dezembro, com 12 dias seguidos de festas. Na Roma antiga, o Solstício do Inverno também era celebrado muitos séculos antes do nascimento de Jesus. Os romanos o chamavam de Saturnálias (Férias de Inverno), em homenagem a Saturno, o Deus da Agricultura, que permitia o descanso da terra. Em 274 o Imperador Aureliano proclamou o dia 25 de dezembro como “Dies Natalis Invicti Solis” (O Dia do Nascimento do Sol Inconquistável). O início do inverno passou a ser festejado como o dia do deus Sol.

A comemoração do Natal de Jesus surgiu de um decreto, feito pelo Papa Júlio I em 350. O nascimento de Cristo deveria então ser comemorado no dia 25 de dezembro, substituindo a veneração ao deus Sol pela adoração ao Salvador Jesus Cristo.

Nosso calendário atual é uma forma recente de contar o tempo. Foi o Papa Gregório XIII que decretou seu uso através da Bula Papal “Inter Gravissimus“, de 1582. A proposta foi formulada pelo físico napolitado Aloysius Lilius e aprovada no Concílio de Trento (1545/1563). Na ocasião, corrigiu-se um erro na contagem, excluindo 11 dias do calendário. A decisão fez com que ao dia 4 de outubro de 1582, sucedesse imediatamente o dia 15 de outubro do mesmo ano. Os últimos a adotarem este calendário foram os russos, em 1918.

O fato interessante desta correção é que o Solstício do Inverno foi deslocado para outra data. Dependendo do ano, o início do inverno se dá entre o dia 21 e 23 de dezembro. A razão fundamental para a comemoração do nascimento de Jesus em 25 de dezembro se perdeu com a mudança no calendário, mesmo que a data continua sendo comemorada.

Ainda assim, o mais importante é o fato do Natal. Celebremos este ato de amor maravilhoso de Deus: Ele veio ao mundo e inaugurou uma nova vida entre nós. Este é o motivo da nossa festa. Vamos juntos, povos do norte e do sul, festejar o Natal de Cristo, a chegada do amor de Deus ao mundo! Chega o Natal, feriado em todo mundo que celebra junto à cristandade o nascimento do Rei dos Reis, Senhor dos senhores, Jesus Cristo, o Filho de Deus.Para nós, habitantes do Hemisfério Sul, há menos razões ainda para se comemorar o Natal no dia 25 de dezembro. Nesta data vivemos os primeiros dias do verão e não do inverno. Porém, herdamos as tradições cristãs que vieram do Hemisfério Norte e, seja você um cristão ou não, cada vez que você escreve a data em um caderno ou computador, está fazendo uma referência direta ao nascimento de Jesus Cristo, que mudou para sempre a forma de contarmos os nossos dias.

Feliz Natal com Jesus e um ano novo repleto de muitas bênçãos!

Carlito Paes
Pastor Líder da Igreja da Cidade em São José dos Campos e Rede de Igrejas da Cidade.

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CHEGOU O ADVENTO DO NATAL!

No primeiro século da era cristã, um acontecimento mudou para sempre a História da humanidade. Foi um impacto sem igual, em especial para a civilização ocidental, e ultrapassou o campo da religião, trazendo mudança social, cultural, educacional e espiritual para toda a humanidade. Este fato foi o de que nasceu Jesus de Nazaré, em Belém, antiga província romana da Judeia. Hoje, para a cristandade, entramos aos domingos que antecedem o Natal, chamados de ciclos do advento.

Segundo o evangelho, certa noite, o anjo trouxe a grande notícia aos pastores que estavam no campo: “Não tenham medo! Estou aqui a fim de trazer uma boa notícia para vocês, e ela será motivo de grande alegria também para todo o povo!” (Lucas 2:10). Gosto muito destas duas expressões: “Não tenham medo” e “Notícia de grande alegria”. Quando percebemos o que é natal em essência, precisamos admitir que o mundo continua precisando, e muito, destas boas novas. Todos nós precisamos vencer nossos medos e precisamos de verdadeira alegria.

Jesus Cristo veio ao nosso mundo para trazer, em meio a cenários de medo, notícias de alegria para todos os homens. Na época, o povo hebreu era oprimido pela ocupação romana, e ansiava pelo nascimento em Belém do Messias prometido há 600 anos pelo profeta Miqueias (5:2-5). A notícia do advento do natal foi e continua sendo de alegria, paz, luz e libertação.

Ainda que seja quase certo que a data exata do nascimento de Jesus não tenha sido dia 25 de dezembro – pastores não estariam em pleno inverno ao relento guardando seus rebanhos – isso não faz a chegada do natal menos importante. O que importa é que, de fato, Ele nasceu. Deus se humanizou para demonstrar seu grande amor para a humanidade e, por isso, Jesus é o nosso Deus Emanuel (Deus presente). Esta é a mais linda manifestação de amor que a humanidade já pôde conhecer. Esta é a essência desta data: o Pai tornou-se nosso.

Ao longo dos anos, cada povo trouxe sua contribuição cultural à data. Da Alemanha veio a árvore, da Itália o presépio, da Turquia a tradição de São Nicolau, dos EUA vieram os musicais natalinos e a ceia com o peru. Nestes tempos de decoração iluminada, presentes, canções natalinas, ceia, presépios e amigo secreto, o que não podemos é deixar de celebrar a pessoa do natal, Jesus, e o significado espiritual que é a sua vida presente em nosso mundo.

Que neste natal, acima da crise e adversidades, todos nós, pensemos nos outros! Seja você um devedor do amor, um doador, e não um cobrador. Entenda que, com Jesus no coração, você já está no lucro. Neste advento, tenha um coração agradecido, fraterno, altruísta, que no pouco ou na fartura é satisfeito. Na verdade, o aniversariante é Ele, Jesus, e não nós. A celebração é a Ele. Natal é tempo de fraternidade, de dar e receber perdão, é tempo de amor, de paz, de reconciliação entre os homens e o Criador. Então, celebre. Ele venceu o medo e nos trouxe eterna alegria!

Que venha o advento natal de Jesus sobre todos nós. Está chegando o natal, celebremos com votos de paz na terra!

Carlito Paes
Pastor Líder da Igreja da Cidade em São José dos Campos e Rede de Igrejas da Cidade.

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AINDA TEMOS ESPERANÇA EM MEIO A TANTA CRISE?

É um tempo realmente desafiador para todas as pessoas de bem da nossa sociedade. Internamente, estamos em meio a emaranhados de escândalos de corrupção envolvendo políticos e seus partidos, empresários e suas empresas, religiosos e suas igrejas. Estamos mergulhados na maior crise política de nossa história, o que tem desencadeado sérios efeitos colaterais nas finanças públicas e privadas, na saúde, educação, segurança pública e emprego. O que vemos no Estado do Rio de Janeiro é apenas uma face do que ocorre em todo o país. Bairros sitiados, escolas fechadas, universidades e hospitais desativados e, a cada dia, mais mortes de civis inocentes. Numa perspectiva global, vivemos em um mundo acuado e instável, com ondas de terrorismo radical islâmico pressionando o Ocidente em seus valores de liberdade e direitos civis, dentro da maior onda migratória da história recente da humanidade. Diante de todos estes cenários, qual deve ser nosso papel?

Quando Jesus tratou sobre ser o sal da terra e a luz do mundo, entendo que se referiu a toda situação. Cristãos devem fazer a diferença onde estão e é nesse momento que entendo que a Igreja precisa fazer a diferença na sociedade. É tempo de firmar a fé, caráter e valores em Cristo, nossa Rocha. Não estou dizendo que a Igreja deva tomar partido e envolver-se politicamente nas discussões, mas há ações importantes que cada um deve tomar. Há solução segura quando princípios revelados na Bíblia são colocados em prática. Isso requer que, primeiramente, sejam reafirmamos os princípios de liberdade religiosa e de expressão. A liberdade é uma forte coluna de um cristão. Reafirmamos a separação entre Estado e Religião, devendo o Estado permanecer neutro e não hostil às religiões, já que ele é laico, mas não ateu. O Estado precisa da ajuda da igreja e das suas organizações sociais e filantrópicas.

Cada cristão deve orar também pelos seus governantes. Em Romanos 13:1, lemos que nenhuma autoridade se estabelece sem que Deus permita. As crises são sempre oportunidades de reavaliar nossos rumos.

Seja presente e atuante na vida comunitária, não se torne um critico anônimo, escondido por de trás de um perfil “fake” de redes sociais. Críticas azedas nada constroem, apenas divisão e ódio.

Vamos orar como se tudo dependesse de Deus e trabalhar como se tudo dependesse de cada um de nós. Façamos coisas grandes em meio a atitudes pequenas. E que a oração de Jeremias por Israel, na época do cativeiro babilônico, seja a realidade de Deus sobre cada brasileiro: “Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês”, diz o Senhor, “planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro” (Jeremias 29:11).

Carlito Paes
Pastor Líder da Igreja da Cidade em São José dos Campos e Rede de Igrejas da Cidade.

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RENOVE A SUA FÉ E A SUA ESPERANÇA

Post: Renove sua fé e sua esperança

Nos dias atuais, estamos cercados de notícias de violência, corrupção e injustiças. Mais do que nunca, é preciso renovar nossa esperança. Você sabia que a Bíblia apresenta a expressão “Não temas” 365 vezes, uma para cada dia do ano? Não deixe que o medo o paralise. O livro de Salmos, na Bíblia, traz 150 capítulos carregados de pérolas de sabedoria poética. Dentre tantas, lemos: “O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.” (Salmo 30:5b). Em outras palavras: tenha perspectiva, que é um essencial à vida e pré-requisito para toda grande vitória.

Só será possível viver bem com uma perspectiva positiva. O único lugar onde não há qualquer perspectiva é no inferno (lugar de tormentos) e sua vida não é um. Como disse o estadista britânico Windsor Churchill, “Se sua vida estiver atravessando um inferno, marche!” Você foi criado para grandeza, para uma vida radiante aqui e eternamente.

A perspectiva e a esperança precisam dominar nossas mentes e corações. Deus nos instiga a não desistir, a tentar novamente, a caminhar mais uma vez. Paulo, o apóstolo, disse: “As aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada!” (Romanos 8:18).

Sou um otimista. Gosto de pensar que tudo pode ficar melhor, que amanhã pode ser melhor que hoje, a despeito das pessoas negativistas. Não ignoraremos a realidade das crises ao nosso redor, é claro. Oraremos e lutaremos por dias melhores, entendendo que estamos aqui para contribuir em reverter essas realidades. Não faremos isso com atitudes negativas de lamentação, murmuração e terceirização dos problemas, pois ele não é somente dos outros ou do governo, mas de cada um de nós.

Tudo na vida é uma questão de decisão e atitude! Acredito que podemos ser pessoas positivas num mundo negativo, sermos resposta em tempo de dúvidas, sermos solução em tempo de aflições. Em Mateus 14:12-33, lemos quando Jesus e seus discípulos atravessaram uma tempestade terrível. Os discípulos entraram no barco por ordem de Jesus. Mesmo obedecendo-o, foram pegos pelo assolador e o barco estava naufragando. De repente, Jesus acorda e diz: “tende bom ânimo, Sou Eu. Não tenham medo”. Acredite, com Jesus não chegou ao fim. A tempestade vai passar e dias melhores virão! Vença o pessimismo e o fatalismo e decida ter fé e viver pela fé em Jesus. Como Paulo também escreveu: “Àquele que é capaz de fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos, de acordo com o seu poder que atua em nós…” (Efésios 3:20).

Tenha fé, esperança e amor! Você nunca será um fracasso até que você desista. Se você estiver andando na frente, os galhos baterão diretamente em você, então este pode ser um bom sinal. Avance, pois dias melhores virão para os pioneiros e empreendedores.

Carlito Paes
Pastor Líder da Igreja da Cidade em São José dos Campos e Rede de Igrejas da Cidade.

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O QUE TE TRAZ ESPERANÇA?

Onde está sua esperança?

Como anda sua esperança como brasileiro? Antes de prosseguir, reflita! Em difíceis dias do Reino de Israel, por volta do ano 609 a. C, quando babilônios invadiram e subjugaram o povo israelita, um profeta judeu de nome Jeremias, escreveu, “… lembro-me também do que pode dar-me esperança” (Lamentações de Jeremias 3:21). Ele decidiu ter esperança, mesmo em meio ao caos, prisão e desesperança.

Hoje, em dias tão obscuros, as notícias de desemprego, corrupção e violência enchem nossas telas, tentando-nos a perder a esperança. No âmbito municipal, estadual e federal, empresários e políticos poderosos, no executivo, legislativo e até judiciário, continuam com malas cheias de dinheiro sendo entregues à luz o dia. Presidentes e ex-presidentes continuam não sabendo de nada, mentindo abertamente para a nação. Aceitam favores de executivos com iniciais do nome do proprietário estampadas na fuselagem do avião, mas em nota afirmam não saber a quem pertencia o jato. Um juiz do supremo bate boca com seu colega da mais alta magistratura, numa descarada tentativa de tentar livrar seus apadrinhados com teses duvidosas de brechas das manipuláveis interpretações da lei. Nossa ex-presidente, que dizia até pouco tempo que delatores não eram confiáveis, agora diz que os mesmos são boas fontes. Partidos políticos tornam-se organizações criminosas. Agremiações, clubes, sindicatos, civis e militares, homens e mulheres se corrompem. Mega traficantes presos trocam recados em presídios de segurança máxima e até mesmo as igrejas se seduzem pelo poder temporal.

O que pensar? Que não existe mais esperança? Mais do que nunca, não podemos basear nossa esperança nos que deveriam trabalhar pelo povo e pelo desenvolvimento da nação, mas estão apenas tentando criar leis para se safarem da justiça por seus crimes. Nossa esperança deve permanecer em Deus. Cremos que Dele vem a solução para uma mudança cultural. Ainda acredito na justiça institucional, em iniciativas de alguns nobres magistrados, como o Juiz Sérgio Moro ou o jovem Procurador da República Deltan Dallagnol, um homem cristão, capaz, competente, corajoso, qualificado e íntegro. Embora acredite neles, eu confio mesmo é em Deus, que é o Justo Juiz, que criou e governa tudo.

Ele nos trará novos tempos. Dele virá a solução para uma grande mudança. Da nossa parte precisamos crer, orar e se manifestar condenando a corrupção e seus corruptores, promovendo a ética e a justiça, cada um trabalhando pela paz e o bem comum em seu raio de ação e influência.

E acima de tudo, não perdendo a esperança. Escolha a esperança! “Apeguemo-nos com firmeza à esperança que professamos, pois aquele que prometeu é fiel” (Hebreus 10:23).

Carlito Paes
Pastor Líder da Igreja da Cidade em São José dos Campos e Rede de Igrejas da Cidade.

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QUAL É O PROPÓSITO DA VIDA?

Se a vida é boa ou ruim, depende do ponto de vista e circunstâncias. Nesta análise, não apenas a riqueza ou o grau de escolaridade contam. O Japão, por exemplo, infelizmente enfrenta uma alta taxa de suicido entre jovens e adolescentes, e é um pais com altíssimos índices de IDH. Auto realização e patrimônio não são sinônimos.

Ao mesmo tempo, sabemos que nossa experiência terrena é breve e passageira. Não há como discordar do apóstolo Tiago quando diz: “A vida é como a neblina que aparece por um pouco de tempo e depois se dissipa.” Isso nos faz perguntar: qual é o propósito desta vida? Afinal de contas, o que fazemos aqui na terra? Essa não é uma pergunta fácil e, certamente, não será com uma resposta simplória que daremos fim a dúvidas ao redor deste tema. Todavia, creio que existe uma resposta, e ela está em direção a um ser superior. Não creio que a existência do homem restringe-se apenas à sua forma humana, pois esta é apenas uma parte, a parte física. Concordo plenamente as palavras do filósofo ateu J. Bertran Russell: “A menos que se admita a existência de Deus, a questão que se refere ao propósito da vida não tem sentido.”

Esta pergunta é tão pertinente que diariamente pessoas do mundo todo buscam tais respostas por meio de religiões, esportes, piedade, negócios, prazeres, estudos e relacionamentos. Alguns chegam ao desespero de se entregarem a vícios e hábitos destrutivos nesta busca frenética por sentido. Contudo, encontramos pessoas o tempo todo que nos provam que estas alternativas não trazem respostas profundas o suficiente. Grande parte desta frustração está no fato de que o homem busca o sentido para vida dentro de si mesmo, esquecendo-se que o homem é criação e não criador. Naturalmente, a criação não nasce com tal resposta dentro de si mesmo. Observe a quantidade de venda de livros de autoajuda em todo o mundo. Não posso dizer que são ruins completamente, mas, todos em geral seguem a mesma direção: dê valor a seus sonhos, defina seus valores, estabeleça metas, foque no seu ponto forte, aspire grandes objetivos, seja disciplinado, acredite em si mesmo etc. Tudo é colocado como se o próprio ser humano fosse uma “máquina de respostas e soluções.” Obviamente são orientações boas e com bons resultados. Porém, não tratam da grande essência da vida.

O propósito da vida é maior que nossa carreira, família, sonhos e ambições. O propósito de sua vida está em um ser superior!

Você não irá descobrir o propósito da vida olhando para você mesmo. Precisamos nos voltar para Deus, o supremo Criador, e buscar nele respostas. Assim não vamos matar e morrer por uma busca de sentido baseada apenas no que podemos sentir, ver, tocar e ter.

Carlito Paes
Pastor Líder da Igreja da Cidade em São José dos Campos e Rede de Igrejas da Cidade.

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O QUE É EMUNAH?

O grande espetáculo do Auto de Páscoa em sua 14ª edição traz este ano o espetáculo Emunah. Mas o que isto significa? A palavra Emunah aparece na Bíblia pela primeira vez em Habacuque, onde encontramos o seguinte texto: “Eis o soberbo! A sua alma não é reta nele; mas o justo pela sua fé (emunah) viverá.” (Habacuque 2.4).

A importância deste versículo pode ser medida pelas citações a ele no Novo Testamento, onde encontramos:

“É evidente que pela lei ninguém é justificado diante de Deus, porque: O justo viverá da fé” Gálatas 3.11.

“Porque no evangelho é revelada, de fé em fé, a justiça de Deus, como está escrito: Mas o justo viverá da fé.” Romanos 1.17.

E, “Mas o meu justo viverá da fé; e se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele.” Hebreus 10.38.

Apesar de encontrarmos nestes textos a palavra grega “pistis” temos que considerar que na mente dos escritores do Novo Testamento, ao citar este texto, o que lhes vinham à memória era a palavra em hebraico “emunah”.

Assim, se queremos entender melhor o que estes homens queriam ensinar sobre a fé, como meio de alcançarmos a graça de Deus, devemos nos ocupar em entender o significado de “emunah”.

Emunah deriva de outra palavra hebraica: “aman“. É justamente essa palavra que encontramos em Gênesis 15:6, onde lemos: “E creu (aman) Abrão no Senhor, e o Senhor imputou-lhe isto como justiça.” Gênesis 15:6.

Outro detalhe interessante é que do mesmo radical da palavra “aman” temos formadas as palavras “emet” e “amar”. “Emet” é a palavra usada para “verdade” enquanto que “amar” é a palavra usada para “dizer”, “falar” ou “proclamar”.

Essas associações são interessantes e sugestivas. Atualmente usamos a palavra “fé” para indicar, na maioria das vezes, a confiança em práticas religiosas. Mas analisando melhor o contexto das Escrituras vamos aprender que “fé” é muito mais que isso.

Vamos entender melhor isso nas palavras do escritor de Hebreus: “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se veem.” Hebreus 11.1.

Segundo o escritor aos Hebreus a “fé” é a “certeza”, a “convicção”, a “firmeza” de fatos que ainda se esperam. Isso pode parecer estranho, já que “fato” é algo com um lugar definido no tempo e no espaço. Em um primeiro momento, não parece lógico um “fato” que ainda não ocorreu.

Aqui temos uma importante definição sobre “fé”. A “fé” é quando creditamos o peso de verdade a algo ou alguém, considerando as afirmações deste algo ou alguém como um “fato” indiscutível, independentemente deste “fato” ainda não ter acontecido ou estar em um passado longínquo.

Assim, a “fé” remove todas as dúvidas, apesar de ser transcendente, não é irracional, pelo contrário, com o conhecimento essa “fé” pode ser aumentada e aperfeiçoada. Por isso Paulo nos ensina: “Logo a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Cristo.” Romanos 10.17.

Mas como a “fé” pode ser o meio para alcançar a Salvação?

A Bíblia Sagrada não faz distinção entre “fé” para salvação, ou “fé” para se alcançar uma cura, não existe isso nas Escrituras. Na Palavra de Deus encontramos apenas “fé”.

A questão é que ao depositar fé na Salvação apresentada pelas Escrituras temos por certo e plenamente verdadeiro as condições que envolvem o Evangelho.

Ao depositar “fé” na Palavra de Deus, estamos convictos de nossos pecados e culpas, de nossa incapacidade de nos redimir com nosso Criador, estamos convictos do amor de Deus ao nos chamar ao arrependimento, dando-nos seu Filho e, diante dessa convicção, que temos por “fato”, ou “verdade absoluta”, somos impelidos a viver com “fidelidade” a tudo o que a Palavra nos exige, tanto em nossa conduta, como em nossas expectativas.

E é por isso que Jesus diz: “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele.” João 14.21.

Aquele que deposita a “fé” em Deus não tem dificuldade alguma em procurar obedecer aos mandamentos e servir a Deus, pois a “fé” leva à “fidelidade”. Não há nenhuma contradição quando se entende os fundamentos da fé.

O oposto disso é o legalismo, que condiciona a Salvação através de práticas religiosas por força ou imposição, e não sendo fruto da fé.

Também a “fé” deve gerar uma esperança firme e convicta, que nos norteia e consola.

Outro aspecto importante a ser destacado é a similaridade entre as palavras em hebraico “aman” e “amar” (crer e proclamar). Ambas possuem o mesmo radical, e encontramos o apóstolo ensinando: “pois é com o coração que se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação.” Romanos 10:10.

Assim percebemos que a confissão e o testemunho são inerentes à fé. Quando depositamos a fé em nosso Deus nos tornamos arautos de seus feitos. E nisso concorda o Messias quando diz: “O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem; e o homem mau, do seu mau tesouro tira o mal; pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca.” Lucas 6.45.

Portanto, se tem ouvido a Palavra de Deus, busque aperfeiçoar em seu coração a “fé” correta, que será a verdadeira balança em seu coração, para amar e aplicar em sua vida os princípios da Vontade de Deus, expressa em seus mandamentos.

Viva sua fé em Deus, 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem dogmas, rituais e ou religiosidade, viva uma fé plena e operante, concreta e relacional, uma fé viva no único Deus vivo, que através de seu único Filho, Jesus, fez-se vida para nós.

Viva Emunah em Deus hoje!

Carlito Paes
Pastor Líder da Igreja da Cidade em São José dos Campos e Rede de Igrejas da Cidade.

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O AUGE DA PÁSCOA CRISTÃ

“Não tenham medo”, disse ele. “Vocês estão procurando Jesus, o Nazareno, que foi crucificado. Ele ressuscitou! Não está aqui.” – Mc 16.6 

Chegamos ao domingo de Páscoa, o ponto máximo da grande celebração da cristandade; o domingo da ressurreição chegou! Ficou para trás a tristeza da traição, a agonia do jardim do Getsêmani, a dor cruel do calvário, a morte vicária na cruz, o sangue derramado e a incógnita pelo silêncio do sábado. Agora é domingo e sua maior mensagem é a de que a cruz está vazia. O túmulo está vazio e a fé está viva em todo mundo, porque Jesus, o Cristo, ressuscitou e vive eternamente.

A festa da Páscoa é de origem judaica –  Pessach – instituída antes mesmo do surgimento do Cristianismo. Tratava-se de uma comemoração do povo judeu por terem sido libertados da escravidão no Egito, que durou aproximadamente 400 anos. Essa libertação coincidiu com a Primavera, que ocorria no mês hebraico (nissan) correspondente aos últimos dias de março e meados de abril. Hoje, a data é comemorada anualmente no primeiro domingo após a primeira lua cheia que ocorre no início da primavera (no Hemisfério Norte) e do outono (no Hemisfério Sul), sempre entre os dias 22 de março e 25 de abril.

A Páscoa foi ampliada pelo Cristianismo com um novo sentido, o sentido do Evangelho, o de que Jesus veio nos libertar dos nossos pecados pelo derramento do sangue inocente do Cordeiro de Deus.  Como está Escrito: “No dia seguinte João viu Jesus aproximando-se e disse: “Vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” João 1.29.

Os judeus seguem a tradição descrita no livro do Êxodo: “E este dia será um memorial que vocês e todos os seus descendentes celebrarão como festa ao Senhor. Celebrem-no como decreto perpetuo” (Êxodo 12.14). Durante as festividades da Pessach, é feito um jantar especial de comemoração chamado “Sêder de Pessach”, que tem o objetivo de reunir toda a família. O Pessach judeu é comemorado durante sete dias.

Absorvendo a raiz de origem judaica, a Páscoa cristã, pela sua história significa a festa mais importante para o cristianismo, pois representa a ressurreição de Jesus Cristo, o filho de Deus.

Durante os 40 dias que precedem a Semana Santa e a Páscoa – período conhecido como Quaresma – os cristãos se dedicam à meditação para lembrar os 40 dias passados por Jesus no deserto e os sofrimentos que ele suportou na cruz do calvário por amor a humanidade.

A Semana Santa começou domingo passado com o chamado “Domingo de Ramos”, que lembra a entrada de Jesus em Jerusalém, ocasião em que as pessoas cobriam as ruas da cidade de Jerusalém com folhas de tamareiras, para comemorar a sua chegada.

A Sexta Feira Santa é o dia em que os cristãos lembram a morte de Jesus na cruz. E por fim, com a chegada do Domingo de Páscoa, os cristãos celebram a Ressurreição de Cristo e a sua primeira aparição entre os seus discípulos, o domingo é o dia da vitória da morte sobre a Cruz, é o domingo da liberdade, o bem triunfando sobre o mal.

Segundo as Escrituras, Jesus, por ser judeu, participou de várias celebrações pascais. Ele e sua família se deslocavam de Nazaré à Jerusalém frequentemente para as festas judaicas, e esse costume continuou em sua vida adulta ministerial. Por isso ele pousava na casa dos seus amigos em Betânia, Lázaro, Marta e Maria. Quando tinha doze anos de idade foi levado pela primeira vez por seus pais, José e Maria, para comemorar a Páscoa, conforme narram algumas das histórias do Novo Testamento da Bíblia.

A mais famosa participação relatada na Bíblia foi a chamada “Última Ceia”, na qual Jesus e os seus discípulos fizeram a “comunhão do corpo e do sangue”, simbolizados pelo pão e pelo vinho. Nesta oportunidade, Jesus nos deixou uma ordenança que, após sua partida, seu povo deveria sempre se lembrar, até a sua volta, de que seu corpo e seu sangue foram entregues para que cada um de nós tivéssemos comunhão com Ele. A igreja cristã guarda e celebra esta ordenança periodicamente em suas liturgias.

Neste dia tão importante para todos nós, o essencial é lembrarmos de que Jesus ressuscitou e hoje Ele vive, governa e intercede junto ao Pai por todos nós individualmente, que seja hoje também um tempo de ressurreição para sua vida, sonhos e projetos com Deus. Feliz Páscoa! Jesus já ressuscitou em seu coração também?

Carlito Paes
Pastor Líder da Igreja da Cidade em São José dos Campos (SP) e da Rede de Igrejas da Cidade.

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SEMANA SANTA QUARESMA, DIREÇÃO À PÁSCOA

Está chegando o tempo da Páscoa, que terá início no próximo domingo para os cristãos. Embora seja uma festa de herança judaica, é o ápice da quaresma cristã.

A Semana Santa começa com o Domingo de Ramos, referindo-se à entrada de Jesus cidade de Jerusalém, ocasião em que povo recolheu galhos de árvores e palmas para saudá-lo (Evangelho de Mateus 21:9).

A Semana prossegue em memória dos eventos da traição, julgamento, crucificação no cruel calvário durante a sexta-feira, até ao domingo da ressurreição.

Celebrada em todo mundo, a festa judaico-cristã é o ponto alto da fé tanto para cristãos católicos, quanto evangélicos e ortodoxos, naturalmente, com suas características e tradições específicas, mas, com o mesmo intuito de celebrar esta data especial.

Enquanto a festa judaica “Pessach” relembrava a libertação do povo hebreu do domínio da escravidão egípcia, com o símbolo do sangue do cordeiro nos batentes das portas, a Páscoa cristã passou a celebrar a libertação dos pecados por meio da paixão de Jesus, martirizado, crucificado e ressurreto.

Na semana declarada santa por mais de dois bilhões de pessoas em mais 200 países do mundo, cristãos relembram com contrição, jejuns e orações a saga de fé, amor, renúncia e sacrifício que Jesus fez vicariamente pela humanidade. Há, inclusive, cristãos perseguidos que, por serem minoria em seus países hostis e sem liberdade de religião, também celebraram a Páscoa sob risco de morrer por sua fé.

É muito importante relembrar que Jesus não lutou por uma causa, como gostaria alguns de seus discípulos judeus frente à opressão do império romano.

Jesus lutou por vidas e para dar a cada um liberdade. Por isso mesmo, Jesus transcende ao cristianismo como religião, com seus erros e acertos.

É impressionante que passados vinte e um séculos, mesmo sem nunca ter saído fisicamente da região de Israel, Jesus continua atraindo bilhões de pessoas em toda a Terra.

Igrejas continuam cheias e a influência da fé cristã continua rompendo barreiras.

Continua sendo a maior religião da humanidade (a segunda tem pouco mais que a metade de seu tamanho), apesar dos erros e pecados de cada cristão.

O Brasil é um dos maiores países cristãos do mundo. Em São José dos Campos acontece a maior encenação de páscoa do Vale do Paraíba, o Auto de Páscoa, este ano com o espetáculo “Emunah”.

O espetáculo que leva o nome de “fé”, em hebraico, vem com muitas novidades em sua 14ª edição. Centenas de vozes, cerca de 70 instrumentos orquestrados, solistas, corpo de teatro e de dança contarão a história de Jesus Cristo, desde o nascimento à crucificação, com grande cenário, figurino e efeitos especiais.

O Auto de Páscoa tornou-se tradição na cidade e é parte do calendário de eventos oficiais de São José dos Campos. Ao longo de 14 anos, já passaram pelo evento quase 500 mil pessoas. A expectativa em 2017 é de um público de 40 mil pessoas.

Para realizar o evento deste ano, mais de mil voluntários estão envolvidos, atuando desde o coro, orquestra, teatro, figurino e cenografia à recepção e logística.

Recomendo a você e sua família! O espetáculo acontecerá no Campus Colina, que conta com mais de 4400 vagas para carros e um amplo auditório para 6.000 pessoas, com uma equipe de voluntários para auxiliar a sua chegada desde o estacionamento, que é gratuito. Você pode escolher entre oito pontos de troca, espalhados pela cidade, para trocar um quilo de alimento não perecível por um ingresso.

No ano passado, 25 toneladas de alimentos foram arrecadadas e distribuídas para várias entidades sociais do município. O Campus Colina está situado na Rod. Pres. Dutra, km 145. “Emunah” acontece de 10 a 15 de abril, às 20h de segunda a quinta, e às 16h e às 20h na sexta e no sábado.

Boa quaresma para você e sua família! Vamos receber, celebrar e repartir a vida plena de Jesus e seu sacrifício de amor por cada um de nós.

Com carinho, seu amigo, Pr. Carlito Paes!